Autor: Rafael


Lipoescultura – O Que é, Porquê Funciona, Preço e Dicas em Estética, Plástica


A lipoescultura é um procedimento que tem sido cada vez mais procurado para modelar o corpo. Você saberá cá o que é exatamente a lipoescultura, quando é indicada, o que esperar de resultado, quanto custa e algumas dicas especiais.

O que é lipoescultura?
A lipoescultura é dissemelhante de uma lipoaspiração. A lipoescultura tem porquê objetivo a eliminação de gordura localizada do paciente para uma remodelação física estrutural. Essa cirurgia plástica visa fazer com que a estrutura corporal chegue ao melhor paisagem verosímil. Na lipoescultura a gordura é aspirada, purificada e concentrada, e posteriormente esse procedimento é realocada em outras partes do corpo que necessitem de volume, uma vez que glúteos, partes da face, seios entre outros.
Essa cirurgia é mais delicada e o procedimento é mais longo do que a lipoaspiração, que tem uma vez que objetivo somente a perda de peso, pelo indumentária de que a gordura extraída é tratada e realocada em outras partes do paciente. A lipoescultura é indicada somente em pacientes que desejem remodelar o corpo, sem pensar em perda de peso. A lipoescultura não é recomendada em caso de pacientes obesos ou que tenham ampla gordura pelo corpo.

Quer saber mais visite:  http://www.lipoesculturamanualcorporal.com/

Quando atravessamos os quarentas ficamos menos satisfeitos com a vida.


Comecemos pelo que parece óbvio: ninguém gostará de fazer 40 anos. Os trintões, presume-se, já contam os anos, os meses e até os dias para chegar ao fatídico natalício em que se despedem para sempre da juventude e entram na meia-idade. E não é para menos. É esta a temporada em que andamos mais stressados, temos mais responsabilidades e encaremos os factos: começamos a sentir o peso da idade. Um estudo que será publicado esta semana na “Economic Journal” vem agora dar razão a todos estes sentimentos que inquietam os trintões: a crise da meia-idade existe mesmo. Mas nem tudo é mau: quando passamos esta período, a felicidade volta à trajectória ascendente.

 

Se já sentiu os sintomas desta crise, fica a saber que não está sozinho nem pode ser considerado caprichoso. É a lanço em que os quarentões pretendem sentir-se mais jovens e para tal é habitual que se vinguem na compra de objectos exagerado caros – porquê carros ou barcos –, precisamente devido a esta preocupação. A crise de meia-idade, noção criado pelo psicanalista Jacques Elliott em 1965, pode ainda levar a consequências mais graves, uma vez que depressões desencadeadas pela culpa de não ter aproveitado todas as oportunidades ou, pelo contrário, a actos súbitos de coragem, que levam a tomar por termo as decisões que se andou a protelar.

Segundo o estudo da Universidade de Warwick, em Inglaterra, a nossa satisfação ao longo da vida tem a forma de um “U”. Passamos a explicar: o nosso contentamento começa muito no cocuruto, uma vez que em universal somos felizes na puerícia. Só que tudo muda quando chegamos a adultos e, mal pomos um pé fora da puberdade, começamos a permanecer menos contentes. Depois é sempre a descer até à meia-idade. É entre os 40 e os 42 anos que batemos no fundo: “Os fardos recaem todos na meia-idade. Temos de tomar conta dos nossos filhos, dos nossos pais e de nós próprios. Estamos a trabalhar arduamente nos nossos empregos, os dias são longos e as nossas carteiras têm sempre de esticar”, explica o psicoterapeuta Phillip Hodson ao jornal britânico “The Guardian”.

Nestas idades, estamos na segmento subordinado do “U”. Para chegar a esta desenlace, o estudo acompanhou 50 milénio adultos a viver na Austrália, na Grã-Bretanha e na Alemanha. As respostas dadas aos inquéritos apresentados pelos economistas Terence Cheng, Nick Powdthavee e Andrew Oswald permitiram chegar à epílogo que as pontuações mais baixas na satisfação com a vida ocorrem entre os 40 e os 42 anos, confirmando assim a existência da crise da meia-idade. “Ao seguir os mesmos homens e mulheres ao longo dos anos, mostramos que existe uma indicação em todos os países de que o nível de muito-estar dos seres humanos tem a forma de um U”, explicam os economistas. A investigação revela também que a crise da meia-idade, além de ser transversal a todas pessoas independentemente do lugar onde nasceram ou vivem, também não está relacionada com a presença de crianças no confederado familiar, já que o padrão se mantém inalterado.

Mas nem tudo são más notícias. Se o nível de stresse já não pode piorar, só há um sentido a seguir: para cima. E quando a crise acaba é mesmo sempre a subir até aos 70 anos, em que atingimos de novo um pico: “A puerícia e a vetustez são os momentos mais protegidos da vida. Há quem tome conta de nós em ambas as extremidades da existência e as nossas responsabilidades são menores”, justifica Phillip Hodson.

NÃO SOMOS OS ÚNICOS A crise da meia–idade não é exclusiva dos seres humanos. A curva da felicidade funciona da mesma forma – em “U” – para os símios. Um estudo de 2012, publicado na revista setentrião-americana “Proceedings of the National Academy of Sciences”, mostrou que também os chimpanzés e os orangotangos sofrem do mesmo mal. Para chegar a esta epílogo, os investigadores observaram 336 chimpanzés e 176 orangotangos em diversas fases da sua vida em jardins zoológicos e santuários do Japão, de Singapura, da Austrália e do Canadá.

E as idades em que esta crise se revela também é semelhante à dos humanos. Entre os 45 e os 50 anos os símios sofrem mais enquanto a felicidade diminui, mas, com a chegada da vetustez, tudo melhora. O economista Andrew Oswald, também envolvido nesta investigação, concluiu que “a crise da meia-idade é real e existe nos nossos parentes biológicos, o que é provavelmente explicado pela biologia”

 

Saiba mais no site oficial: http://www.crisemeiaidadefeminina.com/